FSSPX anuncia criação de novos bispos
A organização tradicionalista marcou ordenações episcopais para 1º de julho sem a autorização do Vaticano
A história da Taça Jules Rimet
A seleção brasileira garantiu o direito estabelecido pelo regulamento da Copa de 1970 de guardar o troféu em caráter permanente
A histórica recusa de Pio VII a Napoleão Bonaparte
Entenda como a disputa sobre a soberania dos Estados Pontifícios levou o pontífice à prisão
Quem foi São Vicente de Paulo?
O padre francês revolucionou o atendimento aos pobres e organizou as bases da caridade moderna no século XVII
14-bis: como foi construído o avião de Santos Dumont?
A imprensa parisiense e a comunidade científica europeia receberam o 14-bis com entusiasmo e admiração
Santos Dumont e a conquista dos céus
Antes de conceber o famoso avião, o inventor desenvolveu balões dirigíveis equipados com motores a combustão
Quanto tempo durou a Guerra dos Cem Anos?
Estendendo-se de 1337 a 1453, esta série de confrontos armados foi travada entre os reinos da Inglaterra e da França
A lente inquieta de Louis Malle
Malle demonstrou uma habilidade ímpar para dissecar a condição humana, despindo seus personagens de heroísmos artificiais
Luís XVI e Maria Antonieta tiveram julgamento justo?
A avaliação histórica sobre a justiça desses processos indica que eles foram, primordialmente, tribunais de exceção
Brindar o Réveillon: como surgiu a tradição?
A tradição de brindar o Réveillon com champanhe ou sidra tem origem em antigas práticas europeias de celebração e prosperidade. O ato de erguer as taças e brindar simboliza união, boa sorte e renovação dos laços sociais. Desde tempos antigos, o vinho era associado a alegria e abundância — os gregos e romanos já o utilizavam em rituais religiosos e festas. Com o passar dos séculos, o espumante, especialmente o champanhe, tornou-se símbolo de luxo, celebração e novos começos. O champanhe surgiu na região de Champagne, no nordeste da França,…
Papa Pio VII e Napoleão: o embate
Toda a Itália estava sob o domínio direto ou indireto de Napoleão por volta de janeiro de 1808. Somente o Papa Pio VII, como soberano dos Estados Pontifícios, mantinha certa independência do todo-poderoso senhor da Europa. Portanto, quando o General François de Miollis, comandando um exército de seis mil homens, a caminho do Reino de Nápoles, solicitou permissão para passar pacificamente por Roma, Pio VII se viu em uma posição muito delicada. Pio VII lembrava-se bem do que acontecera ao seu antecessor, Pio VI, quando, em 1797, o exército revolucionário…