Tag: Cometa

3I/ATLAS atinge ponto mais próximo da Terra

Nesta sexta-feira, 19 de dezembro de 2025, os olhares de astrônomos e entusiastas do espaço em todo o mundo estão voltados para o céu. O objeto celeste identificado como 3I/ATLAS atinge hoje o seu perigeu, o ponto de sua órbita mais próximo ao nosso planeta. Descoberto pelo sistema Asteroid Terrestrial-impact Last Alert System (ATLAS), o corpo celeste tem despertado intenso debate na comunidade científica devido à sua trajetória hiperbólica, que indica uma origem fora do nosso Sistema Solar. A passagem do 3I/ATLAS ocorre a uma distância segura da Terra, estimada em cerca de 45 milhões de quilômetros — pouco menos de um terço da distância entre a Terra e o Sol. Apesar da magnitude do evento, especialistas da NASA e da Agência Espacial Europeia (ESA) asseguram que não há qualquer risco de colisão. A proximidade, no entanto, oferece uma oportunidade sem precedentes para o estudo da composição química de um visitante interestelar, o terceiro de sua categoria a ser catalogado oficialmente pela humanidade. 3I/ATLAS poderá ser visto Para os observadores amadores, o espetáculo promete ser visível, dependendo das condições climáticas e da poluição luminosa local. Embora o 3I/ATLAS não seja brilhante o suficiente para ser visto a olho nu nos…

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3I/ATLAS: as teorias da conspiração sobre o cometa

O cometa 3I/ATLAS atraiu teorias da conspiração, principalmente porque objetos interestelares são extremamente raros. Sempre que algo surge vindo de fora do Sistema Solar, o imaginário coletivo imediatamente se ativa, criando espaço para interpretações emocionais, exageradas ou fantasiosas. Esse contexto permitiu que o 3I/ATLAS se tornasse rapidamente um tema fértil para especulações nas redes. Outro elemento que intensificou a desinformação foi a comparação automática com ’Oumuamua, descoberto em 2017. Na época, o formato incomum daquele objeto gerou uma série de boatos de que seria uma “sonda alienígena”. Assim que o 3I/ATLAS foi anunciado, páginas sensacionalistas reciclaram as mesmas teorias, adaptando-as ao novo cometa, mesmo que a aparência e o comportamento dele fossem completamente compatíveis com um corpo gelado natural. A velocidade e o alcance das redes sociais potencializaram ainda mais o problema. Vídeos curtos, montagens e imagens distorcidas circularam com manchetes apelativas que insinuavam que “a NASA está escondendo algo”. A falta de familiaridade do público com conceitos como cauda cometária, atividade sublimatória e brilho aparente contribuiu para que interpretações erradas ganhassem força. As manipulações sobre o 3I/ATLAS Imagens tratadas ou ampliadas em excesso também favoreceram especulações. Arquivos comprimidos, com ruído digital ou pixelização, foram apontados por conspiracionistas como supostas…

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3I/ATLAS é um cometa, confirmam cientistas

A visibilidade do cometa 3I/ATLAS tem despertado grande interesse na comunidade científica porque ele representa apenas o terceiro objeto interestelar já identificado passando pelo Sistema Solar. Sua observação, porém, não é simples. Desde sua descoberta, em julho de 2025, astrônomos vinham acompanhando sua aproximação ao Sol, mas a fase mais crítica ocorreu durante o periélio, quando o cometa ficou em conjunção solar, praticamente oculto pela luz intensa da nossa estrela. Nessa etapa, telescópios terrestres não puderam registrá-lo, e apenas observatórios espaciais, com posição privilegiada, conseguiram realizar medições limitadas. Com a saída dessa conjunção, a situação começou a mudar. O 3I/ATLAS reapareceu no céu da Terra no início de novembro de 2025, principalmente no horizonte leste antes do nascer do Sol. Essa foi considerada a janela ideal para observá-lo “com perfeição”, dentro do possível, dado seu brilho naturalmente fraco. Nessas semanas, o cometa atingiu magnitude próxima de 10, exigindo telescópios de médio porte para visualização clara. Para astrônomos profissionais, esse período marcou a fase mais rica de coleta de dados a partir de observatórios terrestres, já que o objeto finalmente apresentou boa separação angular em relação ao Sol, reduzindo o risco de ofuscamento. A confirmação A partir dessas observações, os cientistas…

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3I/ATLAS: um novo cometa no sistema solar

O Telescópio Espacial Hubble da NASA observou de perto um objeto que chamou a atenção das manchetes, conhecido como 3I/ATLAS, que recentemente se aproximou da vizinhança cósmica da Terra, vindo de muito longe. A imagem, que a NASA classifica como "a foto mais nítida já vista" de um objeto que a maioria dos astrônomos concorda ser quase definitivamente um cometa, retrata o visitante interestelar que se originou de fora do nosso sistema solar, vindo de algum outro lugar na Via Láctea. Nave alienígena O 3I/ATLAS foi notícia pela primeira vez no início de julho, quando cientistas o confirmaram como o terceiro intruso interestelar já observado em nosso sistema solar. O objeto espacial atraiu ainda mais o fascínio do público no final do mês, quando um astrofísico controverso da Universidade de Harvard começou a afirmar que poderia ser uma nave alienígena. O que sabemos com certeza sobre o 3I/ATLAS é que ele está à deriva pelo espaço interestelar há bilhões de anos, ganhando velocidade devido ao efeito estilingue gravitacional ao passar por inúmeras estrelas e nebulosas. Felizmente, o Hubble é apenas o primeiro da frota de telescópios da NASA programados para observar o provável cometa, enquanto os cientistas buscam aprender mais…

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Chuva de meteoros atinge pico nesta madrugada

A chuva de meteoros Perseidas, ativa desde 17 de julho, atingirá seu pico de visibilidade na madrugada entre terça (12) e quarta-feira (13). O fenômeno será mais visível para quem está na região norte do país, que deve ser afetado pelo brilho da lua. As Perseidas acontecem todos os anos, quando a Terra cruza uma nuvem de fragmentos deixada pelo cometa Swift-Tuttle, na constelação de Perseus — que dá o nome ao fenômeno. Saiba como observar os meteoros? O fenômeno tem uma maior visibilidade no hemisfério norte do planeta, mas é possível testemunhar os rastros luminosos estando no Brasil, no hemisfério sul. O horário de pico acontece por volta das 1h30 da manhã da madrugada de quarta. As regiões norte e nordeste, mais próximas geograficamente do norte global, serão os melhores lugares para assistir à chuva de meteoro. No auge, os astrônomos esperam que a "chuva" conte com cerca de 100 meteoros por hora. O número é calculado com o céu totalmente escuro. Fenômeno prossegue no dia 23/08 Se não conseguir observá-las no seu melhor dia, há outras chances, menos festivas (é verdade), até 23 de agosto. Independentemente da data, para assistir ao fenômeno, é preciso de uma pouco de…

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Cometa 3I/ATLAS é mais antigo que o Sistema Solar

Astrônomos descobriram um objeto interestelar, denominado 3I/ATLAS, avistado pela primeira vez em 1º de julho de 2025, pelo telescópio de pesquisa ATLAS, no Chile. Os cientistas agora acreditam que ele possa ter mais de sete bilhões de anos, muito mais velho do que os 4,5 bilhões de anos do nosso próprio Sistema Solar. Matthew Hopkins, astrônomo da Universidade de Oxford, apresentou essas descobertas inovadoras no Encontro Nacional de Astronomia de 2025 da Royal Astronomical Society, em Durham. De acordo com Hopkins, "todos os cometas não interestelares, como o cometa Halley, se formaram ao longo do nosso sistema solar e têm cerca de 4,5 bilhões de anos". Cometa é antigo e incomum O 3I/ATLAS não é apenas antigo — é incomum. Ao contrário de objetos interestelares anteriores, sua trajetória íngreme pela galáxia sugere que ele vem do disco espesso da Via Láctea. Esta região, repleta de estrelas antigas, paira acima e abaixo do disco principal da galáxia, onde reside o nosso Sol. O professor Chris Lintott, coautor do estudo e apresentador do programa "The Sky at Night" da BBC , destacou a singularidade do cometa. "Este é um objeto de uma parte da galáxia que nunca vimos de perto antes", disse ele. "Acreditamos que…

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